COI se recusa a homenagear Havelange e tem postura indiferente à morte

Por: Folha de Sergipe - Destaque Geral» Esporte» Slide - 16 de agosto de 2016 - 16:02 - Sem Comentários

105578-600x600-1O Comitê Olímpico Internacional adotou uma postura indiferente em relação àmorte de João Havelange, membro por mais de cinquenta anos do quadro da organização.

O também ex-presidente da Fifa teve atuação decisiva para garantir a vinda dos Jogos para o Rio de Janeiro. Foi nesse cargo que diversas investigações abalaram sua reputação, alvo de acusações de corrupção.

O COI se recusou a colocar a sua bandeira oficial, com os aros olímpicos, a meio mastro. A entidade, porém, disse ter aceitado um pedido do Comitê Rio 2016 para que a bandeira do Brasil fique a meio mastro nas instalações dos Jogos.

Em 2011, Havelange pediu para deixar o COI. O dirigente temia ser banido, já que o Comitê de Ética da entidade ameaçava passar um relatório sobre o caso para análise do Comitê Executivo. Havelange era investigado por supostamente ter recebido propina da ISL, empresa de marketing esportivo parceira da Fifa nos anos 90.

Mark Adams, porta voz da entidade internacional, abriu a entrevista diária na sala de coletiva dos Jogos sem citar no nome de Havelange.

Mario Andrada, da comunicação do Rio-2016, falou rapidamente sobre o tema.

Por AMILA MATTOSO

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